segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Retrô Bikes - Honda CB 223s

A propósito da nova seção "Retrô Bikes" vamos à Honda CB223S. Pequena, simples e prática, mas com muito estilo. Não sei nada sobre a ficha técnica da moto. Os sites que falam dela são, na maioria, em japonês. Se alguém tem mais informações sobre ela conte aí.



"Retrô Bikes" e Desenvolvimento do Blog


Se você é um leitor assíduo do blog já percebeu minha paixão por motos clássicas e, mais ainda, por motos de estilo "retrô". Algumas dessas maravilhas que, infelizmente não estão disponíveis no Brasil, já foram mostradas aqui. Para mim elas são o melhor de dois mundos, incluindo avanços tecnológicos modernos e a tradição das motos clássicas.
Como já existem alguns tópicos sobre elas, e outros ainda virão, adicionei o marcador "Retrô Bikes" no menu para facilitar o acesso.
As dicas de segurança continuam sendo o objetivo principal do blog, mas já não tenho muitas em estoque. Não estranhem, portanto, se a frequência das dicas diminuir.
Dentro de algum tempo vou instituir também a "Dica da Semana" para dar destaque e "ressucitar" algumas dicas importantes que já ficaram muito para trás mas merecem ser lembradas. A postagem original permanecerá no lugar antigo com os comentários existentes e a "Dica da Semana" será sempre a primeira do blog, mas será apagada para dar lugar a outra.
Abraço a todos.

sábado, 15 de novembro de 2008

O "Antes" e o "Depois" - Kawasaki Vulcan 1500

O Robson já é conhecido no blog, pela restauração da GT 250. Agora vejam abaixo mais uma obra dele. Uma mostra de como um pouco de bom gosto faz uma diferença enorme.

O Antes...

O Depois...


quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Um é pouco? Dois é bom? Quatro é demais!!!

Depois da homenagem que fiz à Yamaha SR 400 na semana passada, nada mais justo do que falar um pouco de sua maior concorrente, a Honda. Afinal, a fábrica tem uma longa tradição nesta faixa de cilindrada.
Especialmente no estilo que mais tem me chamado a atenção nos últimos tempos, o das motos modernas com estilo retrô, a Honda tem ótimas opções. Pena que não cheguem ao mercado nacional. Por sinal, estou pensando seriamente em virar "decassegui" (é assim que se escreve?) pois o Japão é o lugar onde existem mais motos desse estilo.
Delicie-se com a galeria abaixo e decida qual é a sua preferida. A CB 400 SS, concorrente direta da SR 400, é uma monocilindrica com a cara típica dos anos 70; A CB 400 (bi-cilíndrica) não tem nova, mas dá para achar uma bem conservada e baratinha por aqui; A CB 400 Super four, de estilo oitentista, já foi mostrada aqui no blog, mas merece lembrança e, não custa sonhar, pode até vir para o Brasil.

PS - Aprecie sem moderação clicando nas fotos para ampliá-las.







Cerol: perigo a vista, ou escondido.


cena 1: Depois de quase um ano de intermináveis aulas, João um garoto de vida simples na periferia de uma cidade litorânea, não se segura mais de tanta ansiedade; quer voltar ao seu maior objetivo na vida: empinar pipas no período de férias escolares. O cerol é proibido, mas ninguém contou para ele, e se contarem ele não vai ligar também. O melhor lugar para se empinar pipas é num terreno próximo à praia. Uma estrada separa o local onde os garotos empinam seus pipas da praia. A única coisa chata nisso tudo é quando um pipa é cortado e cai do outro lado da estrada; ou quando o vento fraco faz o pipa cair para lá. A mão de João sempre diz "cuidado na hora de atravessar a estrada muleke".
Ih, olha lá, o pipa do João está caindo, atravessando a estrada...

cena 2: Depois de um ano inteiro de trabalho estressante, Marcos não aguenta mais a vontade de por o pé na estrada denovo, ou melhor, por a moto na estrada. A praia é o seu destino predileto. A estrada é linda, cheia de curvas. À direita vê-se o mar azul, à esquerda uma das poucas áreas de Mata Atlântica ainda preservadas. Pequenos povoados se sucedem, onde gente simples vive de uma maneira humilde mas feliz. A única coisa chata são esses mulekes que insistem em empinar pipa do outro lado da estrada. O pior é que Marcos nem quer saber de antenas "corta cerol", não combinam com o estilo de sua moto.
Ih, olha lá...

Calma, essa história vai ter um final feliz: João mora no sul da Bahia e Marcos está no litoral norte de São Paulo, a caminho de Maresias.
Será que você vai ter a mesma sorte?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Hora do Reclame - Yamaha F5 e AS3


A Cinquentinha era bacana e a 125, precursora da RD 125, então, nem se fala; mas quem é que escolhe uma moto para ganhar um blusão? Ainda bem que a propaganda evoluiu muito nos últimos anos.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Hora do Reclame - Harley Davidson


Esta "hora do reclame" eu achei uma preciosidade, principalmente por mostrar uma Harley dois tempos, coisa que muita gente não conhece. A do fundo, se não estou enganado, é a SX 250, irmã da 125 produzida no Brasil com o nome Motovi. Essa linha, fabricada na Itália, tinha modelos de 125, 175 e 250cc, em versões street (SS) ou trail (SX). Além da SS 125 montada aqui chegaram a ser importadas algumas unidades das outras, mas não devem ter resistido ao tempo.
Como sempre, click na imagem para aumentá-la.

Projeção no espaço virtual


Nunca ouviu falar disso? Eu também não; acabei de inventar o nome. Mas não se assuste, não é nada tão difícil de entender.
Antes de mais nada é preciso reconhecer que todo motociclista a pratica, é algo que fazemos até inconscientemente.
Vamos tentar explicar: Especialmente no trânsito nervoso das grandes cidades e quando se dirige de forma um pouco mais agressiva, o motociclista, muito mais do que um motorista comum, costuma usar espaços que ainda não existem. A agilidade da moto e sua facilidade de mudar de direção, aliada à rapidez de raciocínio que só um motociclista tem (rsrs), faz com que nos projetemos para um espaço qua ainda vai se abrir. Acontece que, no trânsito nervoso e com motoristas imprevisíveis, nem sempre este espaço surge.
Vamos a alguns exemplos, pois tenho a impressão que ainda não consegui ser claro o suficiente. Ao ver o trânsito começar a parar lá na frente, o motociclista pensa "não preciso frear, vou cair para o corredor", mas, basta que um motorista desatento se posicione mau para que o espaço (que exitia virtualmente em sua cabeça) desapareça; Nesta situação, pode não dar mais tempo para frear e o corredor está emtupido pelo tal desavisado.
Outra situação: O motocilista acelera para cima do carro da frente pensando em, na última hora, jogar para a faixa ao lado, onde ele vê que um espaço se abrirá. Novamente, basta ter um apressadinho ou uma pessoa muito lenta naquela faixa para surpreendê-lo e o espaço não aparecer. Mais uma vez, não da para ir para o espaço que não se abriu e não dá mais para frear.
Projeções no espaço virtual, que não existe ainda mas que, percebemos que se abrirá, é algo que fazemos com muita frequência. Essa dica não é para que você, simplesmente, pare de usar o espaço virtual, mas para alertá-lo sobre o seu perigo. Arrisque-se menos, arrisque menos a vida dos outros. Cuidado com o excesso de confiança, pois o trânsito não é algo exato e previsível.
Se não for atento a isso a "projeção no espaço virtual" pode se transformar em "projeção ao chão real".